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🌱✊🏿Cooptram estrutura Ponto de Comercialização✊🏿🌱

A Cooperativa Dos Povos Tradicionais de Mostardas está em um importante momento de sua história, às vésperas de abrir um espaço de comercialização em Mostardas. A Cooperativa está em processo revitalização do local, onde também funciona o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, no centro do município.

Entre as reformas no espaço, está um fechamento em vidro da área externa do prédio, que servirá para expor os produtos disponibilizados no comércio da Cooptram. Além disso, estão sendo adquiridos dois equipamentos de refrigeração para melhor acondicionar os alimentos que necessitam desse cuidado.

Tudo isso é fruto de uma grande parceria: Cooperativa GiraSol, ONU Mulheres Brasil e Fundação Banco do Brasil e a Rede de Economia Solidária e Feminista – RESF Nacional. Por meio das ações do Projeto Mulheres Rurais em Rede: Agroecologia, Autonomia Econômica e Autogestão Solidária, a Cooptram está conseguindo abrir as portas de seu Armazém. É que esta cooperativa faz parte do grupo de empreendimentos da economia solidária, da reforma agrária e da agricultura familiar que estão recebendo investimento do projeto para estruturar pontos de comercialização e, assim, incentivar a produção de grupos rurais. Neste caso, os grupos são Comunidades Quilombolas, além de outros associados.

A inauguração do Armazém da Cooptram está prevista para início de 2020, provavelmente, no mês de fevereiro. Para isso, está sendo organizada uma programação voltada aos associados da cooperativa, aos parceiros do projeto e à comunidade em geral.

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Cooperativa GiraSol inicia obras no Armazém

O feriado de 15 de novembro foi de muito trabalho no Armazém GiraSol. A equipe do escritório de arquitetura Mãos Terra e Território iniciou as obras para adaptar o prédio.

Após um longo período, finalmente, a GiraSol pode vislumbrar o começo daquele que vai ser a realização de um sonho e, ao mesmo tempo, um dos maiores desafios já encarados pela sua equipe de associados e associadas. Na sexta-feira, 15, iniciou a reforma de adequação nas dependências do imóvel onde será o ponto de comercialização de produtos orgânicos e agroecológicos da Cooperativa GiraSol.

A obra está prevista para acabar antes do Natal, porém os consumidores terão de esperar até o ano que vem para conhecer este espaço, que promete alimentação saudável com preço justo e um ambiente acolhedor e politizado, localizado num dos melhores pontos da cidade de Porto Alegre para este ramo, a Avenida Venâncio Aires, 757, a uma quadra da Feira da José Bonifácio.

Além da Venda Direta de produtos orgânicos, agroecológicos, da agricultura familiar e da economia solidária e feminista, o Armazém GiraSol também irá oferecer outros serviços, como o E-commerce, que consiste na compra pelo site e entrega em casa, trabalho que a cooperativa já exerce; o Café Cultural, que se localizará dentro do próprio Armazém e terá o objetivo de acolher o público com deliciosos e saudáveis lanches e com um ambiente aconchegante. Este espaço também terá o propósito de abrigar atividades culturais e gastronômicas; a Distribuição Comercial, que se refere à venda de alimentos para pequenos comércios, como bares, restaurantes, lojas de produtos naturais, escolas infantis, casas geriátricas etc; e Eventos, outro serviço já oferecido pela GiraSol, que visa ao atendimento de coffeebreaks, com cardápios variados e diferenciados.

Tudo isso está sedo possível graças a um projeto de parceria entre Cooperativa GiraSol, ONU Mulheres e Fundação Banco do Brasil, aprovado no final do mês de maio deste ano, que busca o fomento e a valorização do trabalho de mulheres nas zonas rurais.

Intitulado Mulheres Rurais em Rede: Agroecologia, Autonomia Econômica e Autogestão Solidária, esse projeto está ajudando a estruturar, além do Armazém GiraSol, outros 9 empreendimentos de economia solidária, da agricultura familiar e da reforma agrária, com investimentos, como fechamento em vidro, extrator de óleos essenciais, embaladora a vácuo, classificadora de sementes, balanças, computadores, impressoras, etc. Essas atividades abrangem 3 estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro) e 18 empreendimentos.

Segundo Tanara Lucas, Coordenadora Executiva do Projeto, o trabalho está focado em duas frentes importantíssimas e complementares: a produção e a comercialização. “Ao mesmo tempo que estimulamos a qualidade e a quantidade da produção desses grupos, por meio de encontros de formação, atuamos no seu escoamento, quando ajudamos a estruturar locais de comercialização. Isso efetiva a geração de renda para essas mulheres.”, ressalta.

O Projeto Mulheres Rurais em Rede tem a duração de um ano e meio, indo até o final de 2020.  

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Cooperativa GiraSol inicia obras no Armazém

O feriado de 15 de novembro foi de muito trabalho no Armazém GiraSol. A equipe do escritório de arquitetura Mãos Terra e Território iniciou as obras para adaptar o prédio.

Após um longo período, finalmente, a GiraSol pode vislumbrar o começo daquele que vai ser a realização de um sonho e, ao mesmo tempo, um dos maiores desafios já encarados pela sua equipe de associados e associadas. Na sexta-feira, 15, iniciou a reforma de adequação nas dependências do imóvel onde será o ponto de comercialização de produtos orgânicos e agroecológicos da Cooperativa GiraSol.

A obra está prevista para acabar antes do Natal, porém os consumidores terão de esperar até o ano que vem para conhecer este espaço, que promete alimentação saudável com preço justo e um ambiente acolhedor e politizado, localizado num dos melhores pontos da cidade de Porto Alegre para este ramo, a Avenida Venâncio Aires, 757, a uma quadra da Feira da José Bonifácio.

Além da Venda Direta de produtos orgânicos, agroecológicos, da agricultura familiar e da economia solidária e feminista, o Armazém GiraSol também irá oferecer outros serviços, como o E-commerce, que consiste na compra pelo site e entrega em casa, trabalho que a cooperativa já exerce; o Café Cultural, que se localizará dentro do próprio Armazém e terá o objetivo de acolher o público com deliciosos e saudáveis lanches e com um ambiente aconchegante. Este espaço também terá o propósito de abrigar atividades culturais e gastronômicas; a Distribuição Comercial, que se refere à venda de alimentos para pequenos comércios, como bares, restaurantes, lojas de produtos naturais, escolas infantis, casas geriátricas etc; e Eventos, outro serviço já oferecido pela GiraSol, que visa ao atendimento de coffeebreaks, com cardápios variados e diferenciados.

Tudo isso está sedo possível graças a um projeto de parceria entre Cooperativa GiraSol, ONU Mulheres e Fundação Banco do Brasil, aprovado no final do mês de maio deste ano, que busca o fomento e a valorização do trabalho de mulheres nas zonas rurais.

Intitulado Mulheres Rurais em Rede: Agroecologia, Autonomia Econômica e Autogestão Solidária, esse projeto está ajudando a estruturar, além do Armazém GiraSol, outros 9 empreendimentos de economia solidária, da agricultura familiar e da reforma agrária, com investimentos, como fechamento em vidro, extrator de óleos essenciais, embaladora a vácuo, classificadora de sementes, balanças, computadores, impressoras, etc. Essas atividades abrangem 3 estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro) e 18 empreendimentos.

Segundo Tanara Lucas, Coordenadora Executiva do Projeto, o trabalho está focado em duas frentes importantíssimas e complementares: a produção e a comercialização. “Ao mesmo tempo que estimulamos a qualidade e a quantidade da produção desses grupos, por meio de encontros de formação, atuamos no seu escoamento, quando ajudamos a estruturar locais de comercialização. Isso efetiva a geração de renda para essas mulheres.”, ressalta.

O Projeto Mulheres Rurais em Rede tem a duração de um ano e meio, indo até o final de 2020.  

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Assentamentos de Piratini apresentam 32 variedades de feijões orgânicos

As(os) consumidoras(es) da GiraSol que gostam de feijão vão ficar muito satisfeitas(os) com as novidades trazidas diretamente de Piratini. A Cooperativa participou da 4ª Feira do Feijão Orgânico de Piratini, que aconteceu na quarta-feira, dia 20 de junho. De lá, a comitiva envolvida na viagem trouxe 40 quilos de 8 variedades de feijão orgânico.

O evento foi organizado pela Associação de Produtores Ecológicos do Assentamento Conquista da Liberdade – APECOL e contou com a presença de seus agricultores e agricultoras, dos produtores de sementes da BioNatur, de técnicos da Emater, além de artistas locais que garantiram o entretenimento das, aproximadamente, 100 pessoas, que passearam pela feira conhecendo as inúmeras variedades de feijão, as diversas sementes e outros produtos dos assentamentos.

Para a Cooperativa GiraSol, participar de atividades como essa é de extrema importância, já que um de seus objetivos é incentivar a produção e o consumo de alimentos orgânicos e agroecológicos. “São sempre muito felizes esses encontros. A cada relação que firmamos, reafirmamos nosso desejo e nosso compromisso com o fomento da alimentação saudável e ecologicamente responsável. Que bom poder conhecer esses espaços de produção e comercialização, e, principalmente, as pessoas responsáveis por tudo isso. A GiraSol será sempre parceira de eventos como a Feira do Feijão Orgânico de Piratini e de iniciativas como as dos assentamentos da reforma agrária”, comemora Márcia Almeida, Coordenadora de Mobilização da GiraSol.

Em conversa com a equipe da Cooperativa, Roberta Coimbra, uma das lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Rio Grande do Sul e dirigente da Apecol, relatou a trajetória da feira até se tornar uma das atividades referência de Piratini. Segundo Roberta, a feira e a associação surgiram quase concomitantemente, já que aconteceu pelo desejo das famílias agricultoras dos assentamentos de Piratini em promover um espaço para comercialização de seus produtos. “A Apecol é formada por 17 famílias que há muitos anos vivem da terra e sempre produziram de forma orgânica, como conceito de vida. Juntamos essas famílias para vender esses produtos e, logo em seguida, criamos a Apecol, há 6 anos. Nos dois primeiros anos, realizávamos a Feira da Reforma Agrária”, revela.

Ainda segundo Roberta, o que proporcionou que a feira tivesse o feijão orgânico e suas 32 variedades como produto principal foi a Embrapa de Pelotas, que, através de Irajá Antunes, um de seus técnicos e responsável pelo Programa de Melhoramento de Feijão, passou a doar, desde 2007, sementes desses feijões melhorados para a associação. Firmou-se, assim, a parceria entre Embrapa e Apecol, que propicia o cultivo dessas 32 variedades e de outras tantas que ainda estão em fase de análise, 800 no total.

O MST é conhecido pelas largas produções agroecológicas e orgânicas. Por exemplo, os 22 assentamentos da região metropolitana de Porto Alegre, produtores de arroz orgânico, que já são os maiores da América Latina, com 25 mil toneladas por ano. Assim querem se tornar os assentamentos de Piratini: referência no cultivo de feijões orgânicos, de acordo com Roberta. Quem sabe a Primeira Capital Farroupilha não se torna também a Capital do Feijão Orgânico?

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GiraSol promove Encontro Aberto para avaliar um ano da sua retomada

No último sábado, dia 26 de agosto, a Cooperativa GiraSol realizou um Encontro Aberto.  O evento, que aconteceu no Galpão do Departamento de Tradições Gaúchas da Emater-RS, reuniu mais de 20 associados e associadas da cooperativa, que debateram sobre diversas questões referentes ao seu funcionamento.

O Encontro iniciou com uma mística de acolhida, na qual os(as) presentes puderam reconhecer com mais evidência as bases sob as quais a GiraSol está assentada. Através da sua logomarca, foi contada a história da cooperativa desde sua primeira estruturação, em 2006. Os(as) participantes começaram a atividade de recepção escrevendo em papeis alguns conceitos que, para eles(as), definem a GiraSol. “Consciência”, “desafio”, “saúde”, “comida boa”, “rede”, “cooperação”, “oportunidade” e “resistência” foram alguns dos termos, que compuseram o centro da logomarca, simbolizando o miolo da flor girassol e, liricamente, o cerne das ações desenvolvidas.

Após, foram relatadas essas ações de forma a elucidar todo o processo, desde o contato com os produtores rurais e cooperativas fornecedoras até a montagem das cestas e entrega dos produtos aos(às) consumidores(as), permeando questões referentes ao financeiro, à comunicação e à relação com os Núcleos de Consumidores. Além disso, os(as) associados(as) tiveram acesso à prestação de contas referente a agosto de 2016/agosto de 2017.

Para Marialice Perroud, do Conselho Fiscal da GiraSol, “o encontro aberto foi uma oportunidade de aproximarmos do cotidiano e da realidade da cooperativa, aquelas pessoas que entendem a GiraSol como uma alternativa de comércio de alimentos mais saudável e mais justa para todos e todas”.

André Mombach, coordenador geral, complementou, definindo o encontro como uma atividade transgressora ao atual momento político e social do Brasil. “Em tempos tão difíceis como esses, é muito confortante ver que iniciativas como a GiraSol têm adesão das pessoas, que acreditam em relações mais comprometidas com o social e em hábitos alimentares mais saudáveis, através do consumo de produtos orgânicos, por exemplo”, comemorou.

Em meio a diversos debates, uma das decisões tomadas no Encontro Aberto da GiraSol foi a troca na data de entrega dos produtos. A partir do dia 6 de setembro, as entregas serão realizadas nas quartas-feiras, e não mais nas sextas. Com isso, muda também o prazo para a aquisição dos produtos no site. Agora as compras devem ser efetuadas até o meio-dia de segunda-feira. A equipe da GiraSol salienta que tal mudança se deu para atender a demanda do Núcleos de Consumidores, o que veio ao encontro de uma necessidade da cooperativa, facilitar a logística de recebimento dos produtos das cooperativas e reduzir custos, garantindo assim preço justo para os(as) produtores e repassado aos(às) consumidores(as).